Si-eun chega a Eunjang precedido pelo boato de ter matado alguém na escola antiga, e usa a fama como cerca: não fala, não reage, toma comprimido para dormir e faz terapia. Su-ho segue em coma, e a conta que ele faz é simples — sem amigos, ninguém se machuca por causa dele. A escola, porém, tem economia própria. Choi Hyo-man cobra uma cota de cem celulares roubados dos alunos menores e entrega o lote a Geum Seong-je, que opera de um fliperama e mantém um Hyo-man equivalente em cada colégio da região. Seo Jun-tae é um dos meninos encarregados do furto. Mandado a pegar justamente o aparelho de Si-eun, ouve dele uma única palavra — covarde — e a acusação pega fundo o bastante para virar ato.
Sobre este episódio
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