O aniversário de morte de Xie Linshan, pai do marquês, cai no mesmo dia do funeral de He Jingyuan, e o luto vira linchamento simbólico: os presentes se preparam para queimar a efígie de Wei Qilin, o traidor de Jinzhou. Changyu se põe na frente para dizer que aquele homem não era traidor, sem contar a ninguém que é filha dele, e só a chegada do marquês cala o pátio. Depois disso ela se afasta, passa a chamá-lo de senhoria e nem atrás do biombo o deixa entrar. Li Huai'an aparece meio despido e sangrando, com um feixe de espinhos na mão, pedindo que ela o castigue. E da corte chega um decreto que a promove e lhe entrega metade de um exército.
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