Song Xiaoyu é atriz de fundo de elenco, das que a indústria classifica no último escalão, quando acorda dentro do roteiro de um drama de época — no corpo de Song Yimeng, filha legítima da casa do ministro da Guerra e mocinha de uma história cujo fim ela já conhece: a personagem termina torturada até a morte pelo próprio par romântico. Nan Heng, sétimo príncipe da dinastia Dajing, é frio, calculista e, pelas regras do texto, o homem para quem toda a trama a empurra.
Song Xiaoyu tenta de tudo para desviar. Aceita casar com Chu Guihong, o jovem general a quem Song Yimeng estava prometida desde antes de nascer; foge, negocia, chega a ameaçar Nan Heng com explosivos. Cada tentativa de sair do enredo a joga num laço: ela morre e desperta de novo ao lado dele, no mesmo ponto. Sem alternativa, decide atacar a causa e põe em marcha o que chama de plano para matar Heng.
Pelo caminho descobre que Nan Heng carrega uma segunda identidade — Li Shiliu, o assassino mascarado que comanda a sociedade Canjiangyue — e que outros personagens do roteiro também começam a perceber que vivem presos a um destino escrito. A comédia de época vai virando, aos poucos, uma revolta contra o próprio texto.















































