A Coroa Perfeita se passa numa Coreia do século 21 que nunca deixou de ser monarquia constitucional. Seong Hui Ju é a filha mais nova do dono do Grupo Castle, o maior conglomerado do país, e está à frente da Castle Beauty — mas nasceu fora do casamento, é plebeia diante da corte e carrega o estigma em cada sala em que entra. A saída que encontra é frontal: propõe um casamento de conveniência ao grão-príncipe Ian, Yi Wan.
Ian também está encurralado. Irmão mais novo do rei morto e tio do menino que hoje ocupa o trono, vive sob a suspeita permanente de cobiçar a coroa, e a rainha-mãe Yun Yi Rang o pressiona a casar justamente para calar o boato. O acordo entre os dois desagrada todo mundo ao mesmo tempo: a família real, o primeiro-ministro Min Jeong U e um público que não engole a história.
O que se segue são doze capítulos em que os dois aprendem a operar dentro de uma etiqueta de corte rígida, enfrentam ameaças que passam a ser físicas contra Hui Ju e vão convertendo o contrato em outra coisa. É comédia romântica, mas o motor é o sistema de castas que os dois querem quebrar.
























