Oito amigos se conheceram no cineclube da faculdade e seguiram todos para o cinema. Vinte anos depois, sete deles dirigem, produzem e estreiam filmes. O oitavo, Hwang Dong-man, continua preparando a estreia que nunca chega. Para não sumir na roda, fala mais alto que todo mundo, distribui críticas duras e se apresenta como uma espécie de mentor — papel que ninguém lhe deu e que cansa quem está por perto. Os amigos se irritam com ele e, ainda assim, não o largam.
Do outro lado da mesa está Byeon Eun-ah, PD de planejamento de uma produtora, apelidada de 'Machado' pela forma como desmonta roteiro alheio. Parece inabalável em qualquer situação; por baixo, administra o próprio trauma e as horas em que o sentimento transborda. É no encontro dos dois que a série encontra seu assunto.
Em volta circulam figuras que espelham a mesma ferida por outros ângulos: um diretor bem-sucedido que cultiva rivalidade infantil com Dong-man e, ao mesmo tempo, um complexo de inferioridade diante dele; a mulher desse diretor, que dirige a produtora e já não aguenta o grupo; e o irmão mais velho de Dong-man, poeta premiado uma única vez, que nunca conseguiu transformar aquilo em vida.
Drama sul-coreano de 2026 em doze episódios, de humor amargo, sobre inveja, comparação e a tentativa diária de não se achar inútil.












