No meio da dinastia Song, Sheng Ming Lan é a sexta filha da casa Sheng, nascida de Wei, concubina do funcionário Sheng Hong. A mãe morre num parto sabotado por Lin Qinshuang, a concubina favorita da casa, e a menina cresce sem o apreço do pai, hostilizada pela esposa principal, Wang Ruofu, e pelas meias-irmãs. Aprende cedo a regra que a mantém viva: esconder a inteligência, não disputar nada em público, deixar que a subestimem. A única aliada é a avó, a velha senhora Sheng, que a educa em segredo e lhe dá o pouco de proteção que existe naquela casa.
Duas ligações organizam a vida adulta de Ming Lan. Qi Heng, jovem nobre que estuda na escola da família e jura tomá-la por esposa legítima, esbarra na recusa da própria mãe. E Gu Ting Ye, segundo filho da casa do marquês de Ningyuan — repudiado pelo pai, depois soldado e artífice da ascensão de um novo imperador —, arma o casamento com ela. Casada, Ming Lan passa a administrar uma casa de marquês tão cheia de armadilhas quanto a que deixou, sem abandonar a dívida antiga: provar como a mãe morreu. São 78 capítulos, e a política que mais ocupa a série é a doméstica: heranças, concubinas e o abismo entre filha legítima e filha de concubina.












