Park Yun-woo é filha única do ministro Park e a moça mais falada de Hanyang no século XIX. Recita os clássicos de cor, é curiosa de tudo e queria aquilo que uma mulher de Joseon não podia querer: fazer alguma coisa em nome próprio. Adiou o casamento o quanto pôde; no dia em que enfim se casa, o marido morre na noite de núpcias e ela vira viúva em vinte e quatro horas. Antes que consiga chorar por ele, alguém a empurra dentro de um poço fundo.
Quando abre os olhos, foi puxada da água por um homem — e esse homem tem o rosto do marido morto. Só que o lugar não é Joseon: é a Coreia do Sul de 2023, dois séculos adiante. O sósia se chama Kang Tae-ha, vice-presidente do grupo SH Seul, sujeito que os funcionários descrevem como um androide de tão sem emoção, e que precisa de uma noiva de fachada. Ele propõe um contrato de casamento; ela aceita, sobretudo para achar o caminho de volta.
Ao redor dos dois ficam a criada Sa-wol, que atravessou o tempo junto, o irmão mais novo boa-vida Kang Tae-min e uma madrasta que dirige a empresa. São doze capítulos de comédia romântica com viagem no tempo, adaptados de uma web novel.












