Na era Joseon, uma sereia levada por um tufão até a praia é capturada por um nobre que pretende extrair óleo dela. Kim Dam-ryeong, recém-empossado magistrado do condado, dobra o nobre, toma a sereia e a devolve ao mar. Quatro séculos depois, Dam-ryeong renasceu como Heo Jun-jae, golpista frio e habilidoso que aplica golpes em gente rica ao lado de Jo Nam-du e do hacker Tae-o. E a mesma sereia é arrastada por uma explosão submarina até a piscina do resort onde ele está hospedado.
Ele começa roubando a pulseira dela e sumindo. Volta. Leva-a para Seul e a batiza de Shim Cheong, apelido cruel tirado de uma frase sobre burrice. Daí em diante a série mistura a comédia da adaptação dela ao mundo humano — não entende dinheiro, propriedade nem mentira, e tem força descomunal — com duas regras que governam o resto: a sereia consegue apagar a memória de quem a descobre, o que a obriga a recomeçar sempre; e o coração de uma sereia que veio para a terra vai endurecendo, até que Jun-jae entende que pode ser ele a causa disso.
Fantasia romântica sul-coreana de 2016, em vinte capítulos, inspirada na história de sereia do 'Eou Yadam', coletânea de causos da era Joseon.












