Comédia militar sul-coreana com moldura de fantasia, em doze episódios, adaptada da web-novela e do webtoon homônimos. Kang Seong-jae cumpre o serviço militar obrigatório como soldado raso e é mandado para a cozinha do posto de Gangnim — no imaginário do quartel coreano, a função menos gloriosa que existe. Pouco depois de chegar, ele começa a ver uma coisa que mais ninguém vê nem ouve: uma janela de status flutuando diante dos olhos, com missões, habilidades e notas, como num videogame. O sistema o instrui a cozinhar; o comportamento de quem conversa com o vazio o transforma, no papel, em recruta sob observação.
A partir daí a série alterna dois registros. Um é o programa de culinária: arroz velho salvo com vinagre, sopa de algas que quase termina em polícia militar por causa da alergia de um superior, milanesa preparada para convencer o comandante da companhia, porções calculadas para centenas de bandejas. O outro é a hierarquia, e nela Seong-jae tem de negociar com o veterano Yoon Dong-hyun, com o sargento Park Jae-yeong, com a tenente Jo Ye-rin e sobretudo com o capitão Hwang Seok-ho, que não vê utilidade alguma naquele soldado e trabalha para tirá-lo da cozinha.












