Im Sol tinha planos de dirigir cinema quando um acidente a deixou numa cadeira de rodas e sem vontade de continuar. O que a traz de volta é uma ligação feita por acaso ao programa de rádio de Ryu Sun Jae, vocalista da banda Eclipse: as palavras dele naquela noite fazem dela uma fã devota. Anos depois, no dia do show que esperava havia meses, Sol perde o ingresso, a cadeira motorizada quebra no meio de uma ponte sob a neve e é o próprio Sun Jae quem para o carro para socorrê-la. Horas mais tarde chega a notícia de que ele morreu.
Sol acorda em 2008, quinze anos antes, de novo com dezenove e de novo no colégio — no ano em que a vida dos dois ainda podia tomar outro rumo. O título original, algo como carregue o Sun Jae e corra, resume o plano: manter vivo um rapaz que ainda não é astro nenhum, só um colega calado que treina natação.
Cada coisa que Sol conserta desloca outra, e o desvio cobra o seu preço. A série mistura comédia romântica, viagem no tempo e um suspense sobre o que houve com Sun Jae, em dezesseis capítulos, com Baek In Hyuk e Kim Tae Seong entre os que orbitam a banda desde os tempos de escola.












