Bong Sang-pil ainda era menino quando a mãe, Choi Jin-ae, advogada de direitos humanos, morreu deixando para ele apenas um cartão de memória. Ela vinha sendo pressionada por Ahn Oh-joo, homem que subiu do crime organizado ao comando do Grupo Oju, para enterrar a verdade sobre um acidente; recusou, e o caso foi registrado como suicídio. Criado depois pelo tio, chefe de uma gangue, Sang-pil aprendeu a resolver as coisas no soco antes de se tornar advogado.
Aos 28 anos ele volta a Giseong, a cidade onde tudo aconteceu, e abre ali o próprio escritório. Giseong é governada de fato por Cha Moon-sook, juíza-presidente do tribunal local, tratada na região como símbolo de retidão e responsável, por baixo, pela rede de conluios que sustenta Ahn Oh-joo. Sang-pil pretende desmontá-la usando as duas coisas que tem: as brechas do código e os métodos que trouxe da rua.
No caminho ele encontra Ha Jae-yi, advogada de 26 anos vinda da Corte Internacional de Justiça, que entra no escritório dele primeiro como administradora e só depois volta a exercer. Ela também tem uma conta antiga em Giseong: a mãe, fotógrafa, desapareceu na mesma época em que Choi Jin-ae morreu, e o mesmo policial cuidou dos dois casos.












