Seo Dal-mi não fez faculdade: entrou cedo no mercado, colecionou bicos de café, entrega, campo de golfe, livraria e call center, e agora emenda contratos temporários. Diante da irmã mais velha, In-jae — que saiu de casa com a mãe quando os pais se separaram, ganhou o sobrenome do padrasto, presidente de um grande conglomerado, e hoje comanda a própria empresa —, Dal-mi mente por orgulho: diz que namora Nam Do-san, o menino que lhe escrevia cartas quinze anos antes.
Choi Won-deok, a avó que vende cachorro-quente e criou Dal-mi, pede socorro a Han Ji-pyeong, um órfão que ela acolheu quinze anos atrás e que hoje é executivo de um fundo de capital de risco: que ele encontre um Nam Do-san e o convença a fazer o papel do primeiro amor por um único dia. Ji-pyeong acha o rapaz, um engenheiro de software brilhante e desastrado, dono de uma startup de três pessoas que não sai do lugar. O disfarce de um dia não termina em um dia.
Os três se reencontram na Sandbox, a incubadora que se vende como o Vale do Silício coreano, onde a empresa de In-jae disputa o mesmo espaço. São dezesseis capítulos de rodada de investimento, demo day e briga por participação societária, sustentados por uma mentira que ninguém sabe como desfazer.












