Oh In-joo, Oh In-kyung e Oh In-hye cresceram sem dinheiro, com um pai que fugiu para as Filipinas deixando dívida de jogo e uma mãe que se esgotou trabalhando por elas. A mais velha, In-joo, faz a contabilidade de uma construtora e é isolada pelos colegas. A do meio, In-kyung, virou repórter porque jornalista pode fazer pergunta a gente poderosa sem abaixar a cabeça. A caçula, In-hye, tem talento raro para desenho e estuda na melhor escola de arte particular do país, bancada pelo aperto das irmãs — o que ela recebe delas nunca chega leve.
A vida das três vira quando Jin Hwa-yeong, chefe do setor onde In-joo trabalha e única amiga que ela tem na empresa, desaparece deixando para trás o caixa dois que vinha desviando havia quinze anos. O dinheiro põe as irmãs de frente com a família Wonryeong: o advogado Park Jae-sang, que acaba de lançar uma fundação e uma carreira política, sua mulher Won Sang-a, e a organização fechada que o sogro general montou décadas atrás e que ainda decide coisas neste país.
São doze capítulos de suspense, assinados por uma roteirista vinda do cinema, em que a distância entre pobreza e poder é medida em dinheiro vivo.












