No Serviço Meteorológico da Coreia, errar a previsão tem consequência pública imediata — voos, colheitas, obras, uma granizada que ninguém viu chegar na capital. Jin Ha Kyung comanda a divisão de previsão geral com rigor quase obsessivo, do tipo que confere os próprios dados três vezes, e está a poucas semanas de se casar com um colega da assessoria do órgão. Descobre a traição dele quase no mesmo dia em que a agência erra feio. A outra mulher é repórter de meteorologia de um jornal — e namorada de Lee Si Woo, previsor mais jovem e mais solto, recém-transferido para a sede por competência técnica.
Sobra aos dois traídos uma cumplicidade constrangida que vira relacionamento, escondido dos colegas por causa da regra não escrita contra romances dentro do escritório. A decisão cobra seu preço quando as brigas começam e eles continuam obrigados a decidir juntos se sai ou não um alerta de vento e onda.
Clima do Amor usa o ambiente técnico como matéria dramática, não como cenário decorativo: pressão política sobre a previsão, orçamento apertado, cobrança da imprensa em rede nacional. É comédia romântica e drama de local de trabalho na mesma proporção, ao longo de dezesseis episódios que vão de uma primavera fora de esquadro até o cálculo da primeira neve do ano.












