Um terremoto de magnitude 6,5 atinge Seul. A cúpula da Assembleia Nacional se rasga, a torre de Namsan desaba, ruas e prédios cedem e as ambulâncias deixam de chegar a quem precisa. Dia D acompanha a equipe de medicina de desastre e os bombeiros que entram nesse cenário, entre o Hospital Mirae e o quartel de Yonggwang.
No centro está Lee Hae-sung, cirurgião que se recusa a deixar qualquer ferido para trás e por isso se põe contra a direção do próprio hospital, disposta a chegar ao ponto de ameaçar sua licença. Han Woo-jin é o contraponto: médico de carreira em ascensão, frio, apegado ao princípio, convencido de que salvar mais gente obriga a escolher quem se atende primeiro. A série não trata nenhum dos dois como vilão — o que está em disputa é o critério de salvar vidas. Entre eles trabalha Jung Ddol-mi, residente que discute com Hae-sung a cada decisão de atendimento.
Ao redor da catástrofe se movem uma enfermeira-chefe que perdeu um filho, o comando do quartel, um diretor de hospital ambicioso e um político que trata o desastre como palanque. São vinte capítulos, exibidos em 2015 nas noites de sexta e sábado.












