Ji Xiangkong joga na linha de cima da Legends, uma das equipes mais fortes do circuito profissional. Na final mundial de 2018, em Vancouver, a Legends perde para a azarona Tatan; o capitão Gu Fang, que pretendia se aposentar com o título depois de três vices seguidos, sai de mãos vazias. O time se desfaz, a culpa cai sobre Xiangkong, apontado pela arquibancada como o peso morto que custou a partida, e vem de todos os lados a pressão para que rescinda contrato.
Qiu Ying assiste àquilo de fora. Apresentadora de um bloco de variedades ameaçada de demissão caso não migre para a cobertura de esportes eletrônicos, ela torrou a poupança inteira numa passagem de última hora e mesmo assim chegou ao ginásio depois do primeiro jogo. É ela quem convence Xiangkong a voltar a competir; ele, em troca, ajuda a tirar dela o rótulo de enfeite que o meio lhe pregou.
Até montar equipe própria, a Fênix, Xiangkong ainda passa pela VNG como capitão, e vai reunindo gente que os antigos clubes descartaram — como Pei Xi, brilhante e incapaz de jogar em conjunto, e Lin Yixuan, leal e de pavio curto.












