Um técnico de badminton que já foi jogador de ponta aceita um emprego numa escola de ensino fundamental em Haenam, no extremo sul do país, porque precisa do dinheiro — e chega planejando fazer o mínimo. O que encontra é um clube prestes a ser dissolvido, com três alunos apenas: o capitão, que quer mesmo é chegar aos cem mil seguidores; um garoto de temperamento conciliador, bom em apaziguar briga dos outros; e o caçula, fã declarado de um jogador profissional. Falta gente até para inscrever o time numa competição.
O quarto jogador chega junto com o técnico: o filho dele, ex-prodígio da modalidade que largou a raquete pelo beisebol e detesta ter sido arrastado da cidade grande para o interior. Com mais um colega de sala, o time fecha o número mínimo e começa a jogar. Do outro lado da cidade, a mãe do garoto — uma lenda viva do esporte — treina a equipe feminina de outra escola, o que dá à série dois times, duas quadras e duas gerações de talento no mesmo lugar.
São dezesseis episódios. O badminton é raro no dorama, mais afeito a futebol e boxe, mas a série o trata a sério e não usa os adolescentes como acessório do enredo adulto: cada um tem arco próprio, dentro e fora da quadra.












