Nam Hong-joo é repórter de uma emissora de televisão e sonha com desgraças que ainda não aconteceram: um acidente, um crime, uma injustiça prestes a cair sobre alguém. Não são pressentimentos vagos — ela vê a cena inteira, e depois assiste a ela se cumprir. Jung Jae-chan é o promotor mais novo da terceira vara criminal da promotoria de Hangang, o último da fila em antiguidade e em prestígio, e é ele quem passa a tentar impedir que aqueles sonhos se realizem.
O problema prático é o que dá forma à série: não existe maneira de levar um sonho a um inquérito. Cada premonição vira uma investigação que precisa achar prova por fora, uma audiência em que a origem da informação não pode ser dita e um flagrante montado em cima de uma hora e de um lugar. Han Woo-tak, policial do posto do bairro, entra na trinca; do outro lado da mesa costuma estar Lee Yoo-beom, advogado de um grande escritório que defende justamente quem Jae-chan quer condenar.
São trinta e dois capítulos de trinta e cinco minutos, exibidos aos pares em 2017, numa produção gravada inteira antes da estreia.












