Lee Geun-young é repórter de revista, não fã de ninguém. Na inauguração de uma casa noturna ela flagra o comportamento agressivo de Hoo Joon, astro pop no auge, e a noite acaba com ela vomitando nele. Pouco depois perde o emprego, conclui que a demissão saiu da agência do cantor e vai protestar sozinha na porta da empresa, com cartaz na mão. As imagens circulam, a imprensa pega o caso, e Geun-young amanhece carimbada como a anti-fã oficial de Hoo Joon.
É o carimbo que rende trabalho. Um produtor lhe oferece um reality show montado sobre a ideia de um artista morando com quem mais o detesta, e ela, desempregada, aceita. Hoo Joon aceita também, convencido de que o programa vai consertar a imagem arranhada. Instalados sob o mesmo teto e sob as câmeras, os dois passam os dias tentando fazer o outro perder a paciência primeiro, cada um jogando para o público que assiste do outro lado.
A história vem do romance homônimo de Kim Eun-jung, publicado em 2010 e já transposto antes para os quadrinhos e para um filme chinês. Esta versão sul-coreana, de 2021, é comédia romântica e vive da distância entre o que a câmera do reality registra e o que sobra dos dois quando ela desliga.












