Kim Yoon-hee sustenta a mãe e o irmão mais novo, doente, copiando livros à mão para um sebo de aluguel de Hanyang — trabalho que ela só consegue vestida de rapaz. Quando a doença do irmão piora e a família fica na iminência de perder a casa, o dono do sebo lhe propõe algo maior: prestar o exame nacional no lugar dele. O exame é vedado a mulheres. Ela vai, e vai bem demais: o resultado chama a atenção do rei e a joga para dentro da Sungkyunkwan, a academia confucionista do Estado, onde terá de viver de alojamento e rotina com os colegas sem que ninguém desconfie.
O disfarce a atira numa briga que não é dela. Lee Seon-jun, com quem divide o quarto, é filho do Ministro da Esquerda, chefe da facção Noron, e um principista arrogante. Moon Jae-shin, o rebelde da escola, é filho do inspetor-geral que comanda os Soron, a facção rival. Gu Yong-ha, o terceiro, enxerga tudo e não se compromete com nada. Ao redor deles, cartazes anônimos contra o poder aparecem colados nos muros e a caçada ao autor começa.
Adaptada do romance de Jung Eun-gwol, a produção sul-coreana de 2010 tem vinte capítulos e alterna a comédia do disfarce e a política das facções de Joseon.












