Do Hyun-su vive há anos sob o nome de Baek Hee-sung. Tem uma oficina de arte em metal, uma filha pequena e uma esposa, Cha Ji-won, detetive da divisão de homicídios, que o ama há catorze anos sem desconfiar de nada. O nome não é apelido: pertence a um homem real — filho de uma farmacêutica e de um diretor de hospital universitário — que passou quinze anos em coma. O que Hyun-su esconde debaixo dele é a filiação. Seu pai, Do Min-seok, também artesão de metais, foi o suspeito dos assassinatos em série da cidade de Yeonju, e está morto.
O arranjo começa a ruir por dois lados ao mesmo tempo. Ji-won é posta a investigar aquela série de crimes de quinze anos atrás, e o material da apuração vai apontando, sem que ela perceba, para dentro da própria casa. E Kim Moo-jin, repórter de uma revista semanal e antigo colega de escola de Hyun-su, reconhece o rosto que deveria ter sumido. Do Hae-su, irmã mais velha, carrega a mesma herança e fez escolhas diferentes.
São dezesseis capítulos, e a pergunta que os organiza é conjugal antes de ser policial: quanto do marido é atuação, e o que resta do amor quando a resposta aparece.




























