O colégio Jooshin é uma reprodução em miniatura da hierarquia dos adultos: dinheiro e sobrenome definem a posição de cada aluno, e o topo — os 0,01% — funciona ao mesmo tempo como ordem e como lei. Jung Jae-yi, filha mais velha do presidente do grupo Jaeyul, é a rainha dessa corte. Kim Ri-an, herdeiro do grupo Jooshin, cuja mãe preside a escola, ocupa o primeiro lugar absoluto e namora Jae-yi desde os quinze anos. Ao redor deles giram Yoon Hye-ra, que quer o lugar de Jae-yi, e Lee Woo-jin, filho de uma família de políticos.
A ordem racha quando chega Kang Ha, admitido por bolsa e marcado pela gravata de cor diferente da dos colegas. Ele não veio estudar: seu irmão, Kang In-han, tinha entrado no mesmo colégio como bolsista, primeiro colocado do país, e morreu num acidente que ninguém explica. Kang Ha quer saber o que aconteceu, e cada pergunta que faz encosta em alguém com algo a esconder — inclusive Jae-yi, que passa a receber mensagens anônimas de chantagem.
São sete capítulos em que o mistério e o romance dividem espaço com a descrição, bastante fria, de como uma escola protege as famílias que a sustentam.












