A série parte de uma Coreia inventada: em 1945, junto com a libertação, a antiga casa imperial é restaurada e o país adota a monarquia constitucional. Em 2006 ainda há imperador, corte e palácio.
Shin Chae-kyung é uma aluna comum de um colégio de artes até descobrir que seu avô e o avô do príncipe herdeiro combinaram, décadas atrás, o casamento dos netos. O acordo vale. Ela se muda para o palácio e vira princesa herdeira ao lado de Lee Shin, que namora a bailarina Min Hyo-rin e não esconde o quanto a obrigação lhe pesa. Criada fora dos muros, Chae-kyung tem de aprender etiqueta de corte sem deixar de ser adolescente, e é desse atrito que sai a comédia.
O drama vem de outro lado. A saúde do imperador piora e a sucessão se abre. Volta então da Inglaterra, depois de catorze anos de exílio, Seo Hwa-young, trazendo o filho Lee Yul — primo de Shin, segundo na linha do trono e, antes dele, o próprio príncipe herdeiro. Yul vem disputar a coroa, e acaba se apaixonando por Chae-kyung, o que joga o palácio inteiro na desordem.
Adaptação do manhwa de Park So-hee, em vinte e quatro capítulos exibidos no começo de 2006, com uma série derivada lançada em seguida.












