No reino de Silla, a rainha regente governa em nome de um filho que mantém escondido desde criança, com medo dos nobres que já tentaram tomar o trono. Para quebrar o poder dessas famílias antigas, ela cria os Hwarang: um corpo de elite formado por rapazes das casas aristocráticas, oficialmente uma escola de líderes militares e políticos, na prática um jeito de manter os herdeiros das grandes casas sob os olhos da coroa. Ela não sabe que o próprio rei entrou no grupo sob nome falso.
Não é o único ali com identidade emprestada. Um plebeu sem nome perde o melhor amigo, morto por um homem a mando do palácio, e assume a identidade do rapaz a pedido do pai dele — um nobre empobrecido que quer o filho de volta nem que seja de mentira. Ele entra nos Hwarang para achar o assassino e vingar o amigo, e tem de conviver com a irmã do morto, que não engole a farsa. Da própria origem, ele não sabe nada.
São vinte episódios que alternam intriga de corte e comédia de internato: rivalidades, hierarquias, amizades formadas apesar da competição constante por status. A ambientação em Silla é rara no gênero, mais habituado a Joseon, e o ritmo é bem mais rápido que o do histórico tradicional.












