Ling Jiushi projetava jogos de realidade virtual até que uma sequência de fracassos profissionais o levou a pedir demissão. Pouco depois recebe pelo correio um disco de jogo vindo do exterior. Um acidente de carro fecha o mundo conhecido: quando volta a si, está num corredor com doze portas de ferro. Atravessar cada uma delas é entrar num cenário com regras próprias — uma aldeia coberta de neve é um deles —, decifrar o enigma que o sustenta e sair antes que a regra se volte contra quem a leu errado. Dentro das portas ele encontra um homem que conhece o funcionamento daquele lugar melhor do que admite, e os dois passam a atravessar os níveis juntos, procurando o caminho de volta à realidade.
Adaptação do romance on-line Caleidoscópio da Morte, de Xi Zixu, a produção chinesa de 2024 foi ao ar em setenta e oito capítulos de cerca de vinte minutos cada. O formato curto dá a cada porta o ritmo de um episódio quase fechado, sem largar a pergunta maior de quem montou o corredor e por quê. O tom é de suspense com veia de terror, e o humor aparece no atrito entre os sobreviventes, não como alívio decorativo.












