Kim Je-hyeok é o fechador de um time da liga coreana de beisebol: dois prêmios seguidos de melhor jogador da final, três luvas de ouro, líder em salvamentos e em média de corridas concedidas. Faltam poucos dias para o voo aos Estados Unidos, onde assinaria com uma equipe da liga principal, quando persegue e fere gravemente o homem que tentou estuprar a irmã mais nova. A defesa contava com legítima defesa; o tribunal entendeu excesso. O uniforme limpo dá lugar ao macacão de presidiário e a um quarto de dez metros quadrados repartido com outros seis homens.
Do outro lado da grade está Lee Joon-ho, agente penitenciário eficiente, que chama os presos por número e nunca por nome. Ele e Je-hyeok jogaram beisebol juntos até o colégio, quando um acidente encerrou a carreira de arremessador de Joon-ho e o empurrou para o concurso público. Fora dali continua Kim Ji-ho, filha do técnico que treinou os dois, que namorou Je-hyeok e agora o vê atrás de um vidro.
Os dezesseis capítulos gastam pouco tempo com violência e muito com a engenharia da convivência: o veterano de vinte e dois anos de pena que manda na ala, o rapaz apelidado de Jean Valjean, o capitão do Exército, o viciado. Comédia negra exibida de novembro de 2017 a janeiro de 2018.












