Do Do-hee acorda no hospital com uma tatuagem em forma de cruz na mão e a hipótese mais banal possível: fez bêbada e esqueceu. Do outro lado, Jeong Gu-won descobre o tamanho do estrago — sem a marca ele não consegue recolher as almas que já comprou, e um demônio que não recolhe alma corre risco de combustão espontânea. Park Bok-gyu, o secretário que já foi pescador e assinou o próprio contrato, passa a vigiar Do-hee enquanto o patrão testa a única regra que descobriu: segurando a mão dela, o poder volta. Ela, que só quer apagar aquilo a laser, vira o alvo de uma corte insistente e mal explicada. Enquanto isso, o interesse pela morte de Do-hee se multiplica dentro da própria família Mirae, e uma travessia de rua qualquer termina com alguém erguendo um frasco de ácido.
Sobre este episódio
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