Meu Demônio Favorito parte de um acidente sobrenatural. Do Do Hee, herdeira e executiva de um conglomerado cercada por parentes que gostariam de vê-la fora do caminho, escapa de um atentado com a ajuda de Jeong Gu Won, um demônio de duzentos anos — e, na confusão, a tatuagem que guarda os poderes dele se transfere para o pulso dela. A partir daí ele só consegue usar a própria força enquanto a toca, o que o obriga a virar guarda-costas da última pessoa que gostaria de acompanhar. A proximidade forçada segue o caminho previsível, mas bem executado, do gênero.
A série mistura fantasia romântica com disputa de herança: a fundadora do grupo empresarial, que adotou Do Do Hee ainda menina depois da morte dos pais dela, decide colocá-la à frente da sucessão, e os filhos da própria família não aceitam a escolha. Isso dá à trama uma tensão criminal paralela ao romance, com uma morte a esclarecer no meio da briga por ações e cargos, e evita que a produção dependa só da química entre os protagonistas.
Dezesseis episódios dão espaço para o arco de Gu Won recuperando aos poucos memórias de uma vida anterior, na era Joseon, mistério que corre paralelo ao romance e explica como ele veio a se tornar o que é.




























