Kim Hee-woo é um promotor teimoso que investiga, contra a ordem dos superiores, a corrupção de Cho Tae-sub — político respeitado em público e chefe de um cartel criminoso em privado. Tae-sub é mais rápido: cala as testemunhas e manda matar o promotor. É aí que a série vira fantasia. Morto, Hee-woo encontra uma ceifadora, que lhe oferece uma segunda passagem pela própria vida sob uma condição — desta vez ele tem de levar Tae-sub à Justiça, e dentro do tempo de uma existência.
Ele acorda quinze anos antes, em 2007, recém-saído do colégio e em cursinho, com os pais ainda vivos, sem prova nenhuma nas mãos e com a memória inteira do que vai acontecer. A vantagem não é força: é saber de antemão quem sobe, quem cai e quando. Hee-woo refaz o vestibular, entra em Direito, escolhe amizades e alianças pelo que elas valerão daqui a dez anos e monta com anos de antecedência o processo que da primeira vez não teve chance de prosperar.
Do outro lado, Tae-sub segue subindo, cercado de gente útil: um médico que apaga rastros, um homem de confiança que cuida do dinheiro, um filho deputado e uma secretária cujo rosto Hee-woo jura já ter visto em algum lugar.












