Hae-jo nasceu de uma fertilização in vitro em que o sêmen foi trocado no hospital. Quando os pais descobriram, largaram o menino. Ele cresceu sem lugar nenhum, como o plâncton do título, coisa miúda que só boia. Adulto, recebe um diagnóstico terminal ligado a uma condição genética e decide fazer uma última viagem: encontrar o pai biológico, que nunca soube que ele existia.
Jo Jae-mi passou a vida querendo uma família. Cresceu num orfanato e está a dias de casar com Eo Heung, único filho homem da quinta geração de uma casa tradicional. Já mentiu para a futura sogra, Beom Ho-ja, matriarca do clã, dizendo estar grávida, e acaba de receber o diagnóstico de menopausa precoce. No dia do casamento Hae-jo aparece, e Jae-mi some da própria cerimônia com ele, muito mais arrastada do que convencida.
Os dois caem na estrada com o noivo, a sogra e um bando de gângsteres no encalço. Como já foram namorados, a viagem obriga cada um a explicar por que aquilo terminou. São dez capítulos que alternam comédia física e um assunto que não alivia: o de quem foi descartado cedo e passou a vida sem se achar digno de nada. A rota atravessa a Coreia, dos campos nevados de Gangwon às casas antigas do Jeolla e ao mar de Jeju.












