Filho de escravos de uma casa nobre, o menino Yu Jin embarca num navio de guerra americano durante o confronto de 1871 em Ganghwa e cresce nos Estados Unidos. Volta ao país como capitão do corpo de fuzileiros navais americano, servindo na legação em Hanseong entre 1900 e 1907, os anos finais do Império Coreano, quando o Japão aperta o cerco e voluntários armados, os uibyeong, resistem na clandestinidade.
Ali ele se aproxima de Go Ae Sin, neta de um antigo preceptor do imperador Gojong e filha de uma família de letrados, que aprendeu a atirar com um caçador e age como franco-atiradora da resistência sem que sua casa desconfie. À volta dos dois a série arma um mapa de posições: Gu Dong Mae, filho de açougueiro que virou chefe da filial coreana de uma organização japonesa; Kudo Hina, dona do Hotel Glory e filha de um colaboracionista notório; e Kim Hee Seong, herdeiro de um latifundiário e noivo prometido a Ae Sin desde criança.
São 24 capítulos, gravados em boa parte num estúdio de época erguido em Nonsan, e o romance divide espaço com o colapso da monarquia, o avanço japonês e a formação do movimento de independência. A produção também foi alvo de polêmica na Coreia por acusações de distorção histórica.
































