O título coreano, 엄마친구아들, é a expressão com que mãe coreana compara o próprio filho ao filho perfeito da amiga — e é assim que Bae Seok-ryu chama Choi Seung-hyo desde criança. Os dois cresceram porta com porta no bairro de Hyereung, filhos de duas mulheres amigas há décadas.
Seung-hyo é hoje o arquiteto jovem mais em evidência do país, sócio do escritório Atelier In, metódico e satisfeito com a rotina que construiu. Seok-ryu fez carreira nos Estados Unidos, numa grande empresa de tecnologia, e estava noiva de um advogado. Ela reaparece em Hyereung sem avisar ninguém: pediu demissão, desfez o noivado e não explica por quê — nem aos pais, que descobrem tudo pela metade e reagem mal, nem a Seung-hyo, que trata a volta dela como avaria na própria vida antes de tratá-la como reencontro. O que os dois têm de negociar é menos a atração e mais o direito de cada um mudar de vida sem prestar contas.
Produção coreana de 2024, dezesseis episódios, uma temporada. Divide o tempo entre o casal e as duas famílias — o pai dela toca uma lanchonete de bairro, a mãe dele é diplomata, o pai dele é professor de medicina de emergência — e reserva a segunda linha romântica à socorrista Jung Mo-eum e ao repórter Kang Dan-ho.












