Kang Do-chang é detetive há dezoito anos na delegacia oeste de Incheon, cidade onde nasceu. Resolve caso por experiência e rede de contatos, não por método. Oh Ji-hyuk, nove anos de polícia e uma geração mais novo, trabalha ao contrário: prova, perícia e leitura do criminoso. Ficou rico com a herança de um tio morto e carrega um trauma de infância que não divide com ninguém. Os dois acabam na mesma equipe de crimes violentos.
O que os une é Lee Dae-chul. Foi Do-chang quem o prendeu; o tribunal o condenou à morte; cinco anos depois, revendo o arquivo do caso, o próprio Do-chang encontra a prova que inocentaria o condenado. A filha adolescente de Dae-chul, Lee Eun-hye, é quem não deixa a história morrer, e o detetive fica entre salvar um inocente e proteger a própria carreira.
A série interessa menos pelo culpado e mais por quem tem poder para decidir qual versão do crime prevalece. Jin Seo-kyung, repórter de geral do jornal Junghan, empurra a apuração contra a pressão dos próprios chefes; um ex-procurador-chefe de Incheon manobra para se salvar; e Oh Jong-tae, primo de Ji-hyuk, filho do homem mais rico da região e dono de uma financeira, aparece perto demais de tudo. São dezesseis capítulos, e dois anos depois veio uma segunda temporada, também de dezesseis.












