Yu Ryeong entra como novata na polícia do metrô de Wangsuri. Tem percepção espacial fora do comum e um senso de justiça que não cabe no regulamento: age antes de pensar, resolve casos e cria problema para todo mundo em volta. Ko Ji Seok, chefe da primeira equipe de investigação, é o oposto exato — preza a estabilidade do funcionalismo e desvia dos casos que possam sujar sua ficha. Quando ela o arrasta para uma cena que ele preferia contornar, as provas de fato aparecem, e ele leva três meses de suspensão.
O que obriga os dois a andar juntos é o homem que a imprensa apelidou de Fantasma do Metrô: um assassino em série que escolhe as vítimas nos vagões e nas plataformas e some sem deixar rastro. Yu Ryeong tem razão própria para caçá-lo — a irmã gêmea mais nova, Yu Jin, que sente o que os outros sentem mas não consegue se comunicar, desapareceu numa estação. O apelido do criminoso é a mesma palavra que dá nome à policial.
Entre uma perseguição e outra, a delegacia rende comédia: brigas de plataforma, um bando de batedores que age em enxame e dois temperamentos incompatíveis obrigados a dividir turno.












