Do Bae-man perdeu os pais militares aos dez anos, foi criado pela tia e passou no exame da magistratura tendo apenas o ginásio — currículo que nenhum grande escritório de Seul quis olhar. A saída veio de Yong Moon-gu, advogado-chefe de uma banca de peso: cinco anos como promotor militar na 4ª Divisão e, depois, uma sociedade bem paga. Bae-man vestiu a farda que odiava e virou o homem que resolve, por dinheiro, as encrencas dos filhos de família rica convocados para o serviço obrigatório. Falta um mês para dar baixa quando chega a promotora novata Cha Woo-in.
Woo-in enfrenta general e soldado raso com a mesma frieza, e passou a adolescência apagada de propósito: é a filha única do presidente da IM Defense, uma das maiores empresas de armamento do país, título que já não tem. Ela não veio para o Exército fazer carreira, veio caçar — e precisa de um cão de caça com raiva parecida com a dela.
Acima dos dois está Noh Hwa-young, a primeira mulher a comandar uma divisão no Exército coreano e integrante de uma sociedade secreta que reúne oficiais e figuras do poder econômico. São dezesseis capítulos num tribunal em que a patente costuma pesar mais que a lei.












