Lee Han-young é juiz e escolheu dinheiro em vez de justiça. Serviu por anos aos interesses do Haenal, um grande escritório de advocacia com cuja filha caçula chegou a ser casado, e assinou as sentenças que lhe pediram. Morre no fim dessa vida e acorda dez anos antes, no ponto em que ainda dá para escolher outra coisa.
É um drama de tribunal com um único elemento fantástico — o retorno ao passado — e que usa a segunda chance de modo bem concreto: Han-young quer desfazer os julgamentos errados que assinou e, sobretudo, impedir a morte de uma criança que morreu por causa de uma decisão sua. Para isso precisa enfrentar as mesmas estruturas que antes o sustentavam, do escritório de Yoo Sun-cheol ao grupo empresarial que ele blindava, e conviver de novo com colegas de toga como Kang Shin-jin, juiz sênior do tribunal central de Seul.
No caminho cruzam com ele a promotora Kim Jin-ah e a repórter de assuntos jurídicos Song Na-yeon, cada uma com motivo próprio para puxar os fios que ele quer desatar. São catorze capítulos de noventa minutos, exibidos entre janeiro e fevereiro de 2026, adaptados de um romance de web de Lee Hae-nal.












