Seo Hye-jin tem 35 anos e é uma das professoras de língua coreana mais disputadas de Daechi-dong, o bairro de Seul onde os cursinhos particulares ditam o calendário de qualquer adolescente. Entrou naquele hagwon como funcionária de meio período, ficou catorze anos e virou o nome que mais forma alunos com nota máxima em coreano nos colégios da redondeza. Faz uma década que sua rotina não tem imprevisto.
O imprevisto se chama Lee Jun-ho, 29. Ele foi aluno dela: chegou ao cursinho no oitavo dos nove níveis de nota e saiu no primeiro depois de três anos sob a orientação de Hye-jin, entrou numa universidade de prestígio e num grande grupo empresarial. Agora pediu demissão desse emprego e reaparece como professor novato na equipe da antiga mestra — que reage mal e tenta convencê-lo a voltar atrás. Nos olhos do rapaz ela já não lê respeito; lê outra coisa, e não sabe o que fazer com isso.
Em volta dos dois, a série mostra o cursinho por dentro: o dono que procura um novo astro para não depender de uma professora só, a vice-diretora que vendeu a própria escola e se arrepende, e colegas que disputam turma, horário e nome. Dezesseis capítulos.












