Uma figura mascarada que se faz chamar Gaetal abre, num aplicativo, uma votação nacional: escolhe um criminoso que escapou de punição — por prescrição, por laudo de insanidade, por menoridade — e submete a pena de morte dele ao voto do público. O resultado da votação é cumprido. E a execução acontece.
Dois policiais correm atrás. Kim Mu-chan chefia a divisão de crimes graves da delegacia sul, tem fama de abocanhar todo caso que renda promoção e vira o rosto público da caçada. Joo Hyun é inspetora da divisão de crimes cibernéticos da sede, entra pelo lado do aplicativo e trabalha praticamente sozinha, com um único aliado na unidade. Os dois se atrapalham antes de se entenderem, e logo fica claro que Gaetal não age só: há cúmplices que assumem o disfarce por vez.
Do outro lado da história está Kwon Seok-ju, que já foi o jurista mais célebre do país e cumpre pena longa na penitenciária de Cheongnang. A filha dele foi sequestrada e morta oito anos antes.
A série encena o desconforto sem escolher o lado fácil: o que é justiça quando o sistema formal falha e a alternativa é linchamento com aparência de democracia direta. São doze capítulos, exibidos em 2023, adaptados de um webtoon.












