A rainha Im Hwa-ryeong chefia o corpo feminino de uma corte de Joseon povoada por reis e príncipes fictícios, e tem cinco filhos que não a ajudam em nada. O mais velho é o príncipe herdeiro; os outros quatro — Seongnam, Muan, Gyeseong e Ilyeong — são, cada um a seu modo, um problema: o arrogante, o arruaceiro, o cheio de segredos e o curioso esquisito. Enquanto o marido, o rei Yi Ho, mede as forças da corte, cabe a ela educar esses filhos e mantê-los vivos ao mesmo tempo.
O palácio é um campo de forças. A rainha-mãe, sogra dela, joga o próprio jogo e não faz questão de esconder. As concubinas — a poderosa consorte Hwang à frente das que entraram por seleção, Tae So-yong à frente das que subiram do serviço — têm filhos igualmente elegíveis ao trono, e cada mãe faz pelo seu o que Hwa-ryeong faz pelos dela. Atrás de tudo trabalha Hwang Won-hyeong, chefe do conselho de Estado, paciente e cruel.
“Syurup” é palavra antiga para guarda-chuva, e a série a usa como imagem do que uma mãe estende sobre os filhos. São dezesseis capítulos de drama histórico com comédia, em que a sucessão importa menos do que medir até onde vai essa proteção.












