Lu Li se apaixonou por um programador antes de trocar uma palavra com ele: Jiang Yi Cheng, gênio da área e dono da empresa mais cobiçada do setor. Ela escolheu a mesma faculdade que ele cursou, o mesmo curso, e se formou entre as melhores — para descobrir, na hora de se candidatar, que a empresa dele não contrata mulheres. A saída que ela encontra é entrar disfarçada de homem. Sustentar o disfarce num escritório onde o chefe exige perfeição é metade da comédia; a outra metade começa quando os dois fecham um acordo de namoro por contrato, válido por um ano, cada um com o seu motivo para topar.
A série é adaptação de um manhuá e opera na chave do romance corporativo chinês: rivalidade profissional, identidade escondida, convivência forçada e um humor que vem menos do trabalho em si e mais da distância entre a Lu Li que o escritório enxerga e a que o público conhece. O cenário de tecnologia é pano de fundo concreto — prazos, código, disputa por contratos —, sem os exageros de fantasia ou de período histórico comuns em boa parte do catálogo chinês.
São trinta episódios em temporada única, extensão típica do formato.












