Shin Chae Kyung é filha de Shin Su Geun, um dos ministros mais altos da corte e sustentáculo do trono, e sobrinha da rainha em exercício. Cresce, portanto, dentro do círculo que protege o rei Lee Yung — e acaba casada com Lee Yeok, o meio-irmão mais novo dele, o príncipe que a facção reformista guarda como alternativa ao tirano. Os três se enredam num triângulo que a política resolve antes do afeto.
Quando o golpe de 1506 depõe Lee Yung, que a história registra como Yeonsangun, e entrega a coroa a Lee Yeok, Chae Kyung vira rainha por consequência do casamento. Só que o pai dela ficou do lado derrotado, e a corte que acabou de fazer um rei não aceita ao lado dele a filha de quem se opôs ao golpe. Sete dias depois, ela é obrigada a deixar o palácio. É o reinado mais curto de Joseon, e ela entra nos registros como rainha Dangyeong.
O drama trabalha o que os anais não contam: o rei que deve o trono a homens que agora lhe ditam com quem pode viver, a moça que perde a família de um lado e o marido do outro no mesmo movimento, e o irmão deposto que a conheceu primeiro.












