Yoon Hyun-woo é o secretário que administra o risco que a família Jin representa para o próprio grupo — o Sunyang, o maior conglomerado da Coreia. Faz isso por lealdade, durante anos, e é morto pelos patrões. Acorda em 1987, no corpo de Jin Do-jun, o neto mais novo do presidente Jin Yang-cheol, filho do caçula da casa, o ramo de menor prestígio e o menos vigiado.
O velho Jin tirou o Sunyang de um moinho de arroz e o levou ao topo do capitalismo coreano, e não enxerga sucessor nos filhos que tem. No neto recém-chegado ele reconhece o que reconhece em si: instinto de disputa, decisão, frieza sem remorso. Do-jun aceita a atenção do avô e usa aquilo que ninguém mais tem — a memória do que ainda vai acontecer no país nas décadas seguintes — para comprar antes, vender antes e acumular participação enquanto tios, primos e a filha única da casa disputam cargo e herança.
O resultado é uma guerra de sucessão em que o herdeiro mais improvável não quer o trono por ambição de família. Quer cobrar a conta de quem o matou na vida anterior, e faz isso de dentro, com o sobrenome deles. São dezesseis capítulos, adaptados de uma web novel de mesmo nome.












