Jang Bong-hwan é chef da Casa Azul, arrogante e bom no que faz, até ser incriminado por um colega de cozinha em conluio com o chefe de gabinete presidencial. Perseguido, cai na água — e acorda na Joseon do século XIX, dentro do corpo de Kim So-yong, a rainha Cheorin, esposa do rei Cheoljong. Ele não quer entender política de corte, quer voltar, e enquanto isso segue se comportando como um homem contemporâneo dentro do palácio. É daí que sai quase toda a comédia.
Por baixo da piada há uma corte de verdade. Cheoljong passa por soberano dócil e inofensivo, e é o que convém a quem manda de fato: a grã-rainha viúva Sunwon, que governa atrás da cortina, e o irmão mais novo dela, Kim Jwa-geun, cabeça do clã Kim de Andong e o vilão final da trama. Do outro lado está o clã Jo de Pungyang e, no meio dele, Jo Hwa-jin, primeiro amor de Cheoljong dos tempos do exílio em Ganghwa, agora concubina real. Kim Byeong-in, filho adotivo de Jwa-geun e primo de So-yong, ama a rainha que deveria vigiar.
Adaptada de um web-romance chinês, a série foi acusada na Coreia de distorção histórica por tratar figuras reais em chave cômica, e ainda assim encerrou os vinte capítulos com 17,4%, sua maior audiência.












