Kim Je-ha serviu ao país com devoção e foi descartado por ele e pelos próprios companheiros de farda. Quem o recolhe é Choi Yu-jin, filha de uma família dona de um grande conglomerado, comandante da empresa de segurança JSS e mulher de Jang Se-joon, candidato à presidência da Coreia do Sul. Ela esconde a ambição e o cálculo atrás de um trato afável, e está a uma eleição de se tornar primeira-dama. O serviço que oferece a Je-ha, batizado ali com o codinome K2, é guardar Go Anna — a filha que Se-joon teve fora do casamento e manteve escondida do país inteiro.
Anna cresceu trancada, sem contato com o mundo, e enxerga na campanha do pai a chance de cobrar o que lhe tiraram; está disposta a usar até o afeto como instrumento de vingança. Je-ha fica no meio: empregado da mulher, guarda-costas da filha, peça de uma disputa que é ao mesmo tempo conjugal, empresarial e eleitoral. São dezesseis capítulos de ação política, com longas sequências de luta e perseguição, e uma antagonista cuja crueldade é menos ambição vaga que sobrevivência dentro do próprio casamento.












