Chen Xiaoqian é uma roteirista de segunda linha que nunca namorou e acaba de brigar com o ator principal da série de época que escreveu: ele desacredita das cenas de amor e sugere que ela se apaixone antes de continuar. Determinada a provar o contrário, reescreve o texto noite adentro, adoece e acorda dentro dele.
O roteiro tem duas cidades. Huayuan é governada por mulheres; Xuanhu, por homens. A heroína seria Chen Chuchu, segunda princesa de Huayuan, e o herói, Han Shuo, jovem senhor de Xuanhu, que chega para um casamento de aliança querendo na verdade um tesouro capaz de curar a doença cardíaca que o mataria antes dos vinte anos. Xiaoqian, porém, não acorda como heroína: vira Chen Qianqian, a terceira princesa mimada e detestável que ela própria criou para ser envenenada pelo herói no terceiro capítulo.
Conhecer o roteiro de cor é sua única vantagem, e a série é a comédia de uma autora driblando as armadilhas que ela mesma escreveu. À medida que sobrevive, Han Shuo se apaixona por quem não devia, Pei Heng — o noivo de infância que a desprezava — muda de opinião, e Chuchu, alijada do lugar que era seu, endurece e parte para a vingança. São vinte e quatro capítulos, de 2020.












