Jeon Nok Du vive numa ilha com o pai e o irmão até a noite em que um grupo de assassinas invade a casa da família. Ele sobrevive, segue a pista da mulher que tentou matá-lo e chega a uma vila de viúvas — povoado só de mulheres onde homem nenhum entra. Para atravessar o portão, se disfarça de jovem viúva e passa a viver como Kim Nok Sun, aprendendo na marra as regras não ditas de um lugar que não foi feito para ele. Procura uma resposta simples de enunciar e perigosa de descobrir: quem mandou matar a família dele. A vila, afinal, guarda gente treinada para matar e um plano que mira bem mais alto do que um pescador da ilha.
Quem menos tem paciência com a 'nova moradora' é Dong Ju, moça de temperamento curto que treina para ser gisaeng sem qualquer talento para as artes do ofício, mas com mãos boas demais para armas escondidas — ela também carrega uma conta antiga a acertar. Em volta dos dois circula um príncipe encantador e ambicioso cujos planos não combinam com a fachada.
A conspiração põe a história em movimento, mas o que sustenta os trinta e dois episódios é a comédia de identidade trocada e o romance que nasce apesar da mentira, ou por causa dela: uma sátira de época que usa o cenário Joseon e o disfarce para comentar, com humor, os papéis de gênero.












