Faltam sete dias para a promulgação do Hunminjeongeum quando eruditos do Jiphyeonjeon começam a aparecer mortos dentro do Gyeongbokgung. É desse assassinato em série que a trama parte — ficção construída sobre o que os registros históricos não contam a respeito da criação do alfabeto coreano.
O rei Sejong, aqui chamado pelo nome próprio, Yi Do, carrega a culpa pelo massacre que o pai, Taejong, promoveu para firmar o trono, e conduz em segredo a pesquisa do novo sistema de escrita. Contra ele está o Milbon, sociedade secreta de letrados fundada por Jeong Do-jeon e comandada na terceira geração por Jeong Ki-jun, que vive escondido no bairro dos açougueiros sob o nome de Garion. Para o Milbon, entregar ao povo comum uma escrita que se aprende em dias é desmontar a ordem em que a aristocracia letrada é quem decide.
A investigação dos crimes cai nas mãos de Kang Chae-yun, guarda real de origem escrava que chega à corte querendo vingança pela morte do pai — e que culpa Yi Do por ela. Ao lado do rei está So-yi, dama de companhia muda desde a infância, dotada de memória perfeita e peça central do trabalho que ele esconde. São vinte e quatro capítulos em ritmo de suspense.












