Tak Dong-kyung edita romances de web numa editora e recebe, num único dia ruim, o diagnóstico de que tem cem dias de vida. No mesmo dia descobre que o namorado de três meses é casado e vê circular um vídeo humilhante seu. Órfã, criada com o irmão mais novo pela tia, ela segue o expediente com a calma de quem desaprendeu a chorar. À noite, bêbada, grita para uma estrela cadente que o mundo inteiro se acabe.
Alguém responde. Myul-mang, cujo nome é a palavra coreana para destruição, é a razão de tudo o que desaparece, e naquele dia estava ouvindo vozes humanas para atender ao pedido de alguém. Dong-kyung o enxota, o desmente e o expulsa por episódios seguidos, até travar no meio da rua diante de um caminhão. O tempo para, ele estende a mão e lhe dá a escolha entre morrer ali e aceitar o contrato: cem dias, com a própria vida como garantia.
O que vem depois é menos ação do que negociação. Um ser que só existe para fazer as coisas sumirem passa a acompanhar a rotina dela, tenta entender o que ela quer de verdade e acaba lhe pedindo que seja o primeiro ser humano a amá-lo.




























