Cheon Sa-rang é hoteleira premiada do King Hotel e carrega um apelido que é meio elogio, meio sentença: Rainha do Sorriso, porque sorrir faz parte do serviço mesmo quando não há motivo nenhum para isso. Gu Won é o herdeiro do grupo que a emprega e despreza exatamente aquilo — o sorriso de encomenda —, além de assumir a direção do hotel sem nenhuma vontade de ocupar o lugar que a família guardou para ele. Os dois se cruzam no King the Land, o salão VVIP que é o posto mais cobiçado da rede e dá nome à série no original.
O que começa como implicância se abre em duas frentes. Uma é corporativa: Won divide o grupo com a irmã mais velha, Gu Hwa-ran, executiva das empresas de hotelaria, aviação e moda da casa, e a sucessão do pai, presidente do conglomerado, não está decidida. A outra é íntima: a mãe de Won desapareceu quando ele era menino, e a procura por ela atravessa a comédia romântica de ponta a ponta. Em volta, as amigas de Sa-rang — uma comissária de bordo e uma vendedora de loja do grupo — sustentam o retrato do trabalho de atendimento visto de baixo. Dezesseis capítulos.




























