Dr. Cegonha adapta o mangá de Yu Suzunoki e acompanha a equipe de obstetrícia do Centro Médico Geral Persona, hospital que recebe as gestações que os outros preferem não receber: parto sem nenhum pré-natal, ameaça de aborto, prematuridade extrema, gravidez na adolescência, malformação diagnosticada tarde demais.
No centro está Sakura Kounotori, obstetra de fala mansa e frieza para julgar o que vê. Ele tem uma segunda vida: à noite, de peruca e maquiagem, toca num clube de jazz sob o nome artístico de Baby, e quase ninguém no hospital sabe. A biografia explica a escolha da especialidade — a mãe morreu logo depois de dar à luz, e ele cresceu num abrigo de menores.
Ao redor dele a série distribui a rotina entre a jovem obstetra Kae Shimoya, a parteira veterana Rumiko Komatsu, o neonatologista Ryo Shirakawa e Haruki Shinomiya, colega de turma de Sakura, de expressão fechada e disposto a ser odiado pela paciente se esse for o preço de salvá-la.
Cada capítulo segue uma gestante e a família dela sem prometer que tudo vai dar certo. A primeira temporada é de 2015; a segunda, de 2017.












